RIPEAM · regra 7 de 38

Regra 7. Risco de abalroamento

A regra mestra da dúvida: se há dúvida, considere que o risco existe. Determine com todos os meios disponíveis, não a olho.

Parte da convenção Sempre: com tempo bom e com nevoeiro

A regra mestra da dúvida: se há dúvida, considere que o risco existe. Determine com todos os meios disponíveis, não a olho.

  • Se a marcação da agulha do navio que se aproxima não muda de forma apreciável, existe risco de abalroamento.
  • O risco pode existir mesmo com marcação que muda: com navio muito grande, com reboque ou quando a aproximação é a curta distância.
  • Use o radar de verdade se houver e funcionar: escalas longas para aviso antecipado e traçado radar ou observação sistemática equivalente.
  • Não faça suposições com informação escassa, muito menos com informação de radar escassa.
No mar isso aparece assim

Uma luz permanece exatamente a 40 graus pelo seu bordo de boreste e em cinco minutos não se moveu, só cresceu. A marcação é constante, ou seja, vocês vão para o mesmo ponto de água. Aja agora.

Texto da convenção«Se houver alguma dúvida, deve considerar-se que o risco existe.»Citação da versão oficial em português de Portugal. No RIPEAM brasileiro (Decreto 80.068/1977) mudam palavras, não o sentido: abalroamento em vez de abalroação, deverá em vez de deve, derrota em vez de rota. Abaixo, o original em inglês.
Original em inglês
«If there is any doubt such risk shall be deemed to exist.»

Teste-se

Você duvida se existe risco de abalroamento. Como tratar?

Como se existisse, e agir. O sinal: a marcação do navio que se aproxima não muda de forma apreciável.

Regra 7 (a), (d).

Por qual sinal se reconhece o risco de abalroamento?

A marcação do outro navio não muda enquanto a distância diminui. Com navio muito grande, com reboque e a curta distância o risco existe mesmo com marcação variável, e informação escassa já conta como risco.

Regra 7 (d).

Parte da convenção: Sempre: com tempo bom e com nevoeiro