1Proa
A extremidade dianteira do casco, do talha-mar até onde o costado endireita.
Roda o barco, toca numa peça para ver o nome, ou escolhe-a na lista e o barco roda para ta mostrar.
Arrasta para rodar, toca numa peça para a nomear, ou escolhe uma na lista abaixo.
As setas rodam um grau, Home põe a proa virada para ti, mais e menos aproximam, Backspace esconde a peça escolhida.
O barco desenhado é um sloop de cruzeiro de cerca de 12 metros, com quilha de barbatana e roda do leme, o mais comum. Um ketch, um catamarã ou um dinghy mudam no aparelho, não no vocabulário.
A extremidade dianteira do casco, do talha-mar até onde o costado endireita.
A aresta dianteira da proa, a primeira a tocar na água.
A superfície que fecha o casco à ré.
Os costados do casco acima da linha de água.
Onde o casco encontra a água quando o barco flutua no seu calado de projeto.
A altura da linha de água até ao bordo do convés; mais bordo livre, barco mais seco.
A moldura ao longo do bordo do convés que apanha os toques no pontão.
A barbatana lastrada sob o casco: baixa o peso e trava o abatimento.
Funda e estreita: boa à bolina, pede mais água sob o barco.
Percorre boa parte do casco: mais firme de rumo, mais lenta a virar.
Uma placa que recolhe na caixa em vez de quilha fixa, para pouca água.
O peso fundido ou aparafusado na quilha que endireita o barco.
A pá à popa que governa desviando o fluxo de água.
O eixo que sobe da pá até ao sistema de governo.
Barbatana fixa à frente do leme que o apoia e protege.
Movida pelo veio do motor para dar propulsão.
Do inversor à hélice.
O vedante onde o veio sai do casco; mantém a água fora.
Válvula num passa-casco; fecha-se se uma mangueira ceder.
A peça que atravessa o casco para entrada ou saída de água.
Tinta abaixo da linha de água que trava algas e cracas.
Corrói-se em vez da hélice e das outras peças metálicas: zinco no mar, magnésio em água doce.
O degrau no painel para subir da água ou da anexa.
A escada rebatível do painel ou do costado.
Duas quilhas pouco fundas que permitem ao barco tomar o fundo e secar direito na maré.
A peça sobre a madre onde puxam os cabos do governo.
A superfície de trabalho, da proa até ao cockpit.
A superestrutura sobre a cabina que dá pé-direito lá em baixo.
O rebordo elevado de um cockpit ou de uma escotilha que trava a água.
O convés à frente do mastro, onde se trabalha a âncora.
A passagem de cada bordo entre o teto da cabina e a regala.
O rebordo baixo do bordo do convés que trava o pé.
O compartimento da proa para a amarra.
O rolete por onde corre a amarra.
O guincho que recolhe a amarra, manual ou elétrico.
Segura o barco ao fundo; o tipo depende do tipo de fundo.
No regulamento Regra 30
Corrente, ou corrente e cabo, entre a âncora e o barco; o comprimento filado em relação à altura de água é o que conta no fundeadouro.
Ferragem de dois cornos para dar volta e largar depressa um cabo de amarração.
Um par de postes robustos para amarração e reboque.
Encaminha um cabo para que trabalhe direito e não roce.
Os cabos à volta do convés que evitam a queda ao mar.
O poste vertical que segura os guarda-mancebos.
A grade da proa, apoio quando se trabalha ali.
A grade da popa; é aí que vai a boia.
A escotilha da cabina de proa, também saída se a descida ficar bloqueada.
O acesso principal para baixo, fechada pelas tábuas da descida e uma tampa corrediça.
Fecham a descida contra a água e o tempo.
Dá luz e ar ao salão ou a uma cabina.
Janela do costado ou da cabina; as que abrem dão ventilação.
Deixa passar ar para baixo e trava os salpicos.
O escoamento que tira a água do convés ou do cockpit.
A calha do convés lateral com o carro que guia a escota.
A calha transversal por onde corre o moitão da escota da vela grande.
A textura moldada ou aplicada que dá aderência no convés molhado.
O apoio no teto da cabina para ir à proa.
Os cabos que prendem o barco ao pontão: lançantes e regeiras.
Cabo de amarração em diagonal que impede o barco de correr ao longo do lugar.
Penduradas fora de bordo para afastar o casco do pontão ou de outro barco.
O mastro leva as velas; a luz de mastro fica na sua face de vante, a meia altura, não no topo.
No regulamento Regra 23
Em cima: roldanas das adriças, grimpa, antena e, na maioria dos veleiros, a luz de fundeadouro ou o tricolor.
No regulamento Regra 25
O assento onde apoia o pé do mastro, sobre a quilha ou sobre o teto da cabina.
A extremidade inferior do mastro.
A passagem reforçada onde o mastro atravessa o convés.
Os braços que afastam os ovéns para o mastro ficar direito.
O pau horizontal ao longo da esteira da vela grande.
A articulação que une a retranca ao mastro.
Puxa a retranca para baixo para a vela grande não torcer.
Segura a retranca quando a vela grande está arriada.
Leva a amura do spinnaker a barlavento.
Pau à frente da proa que leva a amura de uma vela para ventos portantes.
Segura o tangão por cima.
Segura o tangão por baixo contra o amantilho.
O cabo do topo à proa que impede o mastro de cair para ré.
O cabo do topo à popa; ao tesá-lo o mastro arqueia e a vela grande achata.
Os cabos de cada bordo que seguram o mastro lateralmente.
Vai da chapa de enxárcia pela ponta do vau até ao topo do mastro.
Do convés ao mastro abaixo dos vaus.
Brandal regulável que se tesa a barlavento para apoiar o mastro.
A peça roscada que dá tensão a um estai ou a um ovém.
O ponto forte do casco ou do convés onde prendem os ovéns.
A peça na ponta do cabo; onde a enxárcia costuma falhar.
O cabo que iça uma vela.
Iça a vela grande.
Iça a vela de proa.
Regula quanto a retranca, e com ela a vela grande, é folgada.
Os dois cabos que afinam a vela de proa, um por bordo.
Puxa o punho da escota para ré ao longo da retranca e achata a vela.
Puxa a testa para baixo e leva a bolsa para vante quando o vento aumenta.
Traz o ilhó do rize à retranca ao reduzir pano.
Enrola a vela de proa à volta do estai.
Tambor desmultiplicado que dá força para caçar uma escota ou uma adriça.
A manivela amovível; tira-a antes que caia ao mar.
Segura um cabo em carga para libertar o winch.
Roldana que reenvia um cabo ou dá aparelho.
O carro da calha que dá o ângulo da retranca sem mexer na escota.
O cursor da calha que define o ângulo de tração da escota.
Cabo da retranca para vante que evita uma cambada involuntária.
Controla o tangão e a amura do spinnaker.
A vela envergada à ré do mastro, ao longo da retranca.
Bujarrona se for pequena, genoa se ultrapassar o mastro.
Uma vela ampla e leve para navegar com vento pela popa.
Vela assimétrica para ventos portantes, mais fácil com pouca tripulação.
Bujarrona pequena e reforçada para mau tempo.
Vela pequena içada em vez da grande rizada no temporal.
Lâmina que enrija a valuma e mantém a forma da vela.
A fila de ilhós e cabos com que se reduz a vela grande.
O bordo da frente de uma vela.
O bordo de ré de uma vela.
O bordo inferior de uma vela.
O canto superior da vela, onde se prende a adriça.
O canto inferior de vante da vela.
O canto inferior de ré, onde vai a escota.
O cabo cosido na testa ou na esteira que corre na calha do mastro ou da retranca.
Fios na vela que mostram se o escoamento está colado.
O tambor da proa que enrola a vela à volta do estai.
Cabos que recolhem a vela grande sobre a retranca ao arriar.
O saco ao longo da retranca que recebe a vela grande arriada.
Protege a vela do sol quando o barco fica parado.
Uma só luz no topo do mastro com setores vermelho, verde e branco, usada à vela em vez das luzes separadas, nunca a motor.
No regulamento Regra 25
Luz branca visível em todo o horizonte no topo do mastro, acesa ao fundear.
No regulamento Regra 30
Onde se governa e se manobra; em viagem a tripulação vive aqui.
No regulamento Regra 5
Roda a pá através de cabos ou de um cilindro hidráulico.
Uma barra diretamente na madre: simples e direta, comum em barcos pequenos.
A coluna que leva a roda, a agulha e os comandos do motor.
O alojamento da agulha de governo junto à roda.
A agulha por onde o timoneiro governa; tem a sua tabela de desvios.
Odómetro, sonda e anemómetro: velocidade na água, profundidade e ângulo do vento.
Mostra a posição na carta eletrónica; não substitui a vigia.
No regulamento Regra 5
Mantém um rumo dado; nunca faz a vigia por ti.
No regulamento Regra 5
Define rotações e avante, ponto morto ou à ré.
Chave de arranque, avisos de óleo e carga, horas.
Arrumação sob os bancos para defensas, espias e velas.
Onde a tripulação se senta; em navegação o de sotavento é o confortável.
Abre da coluna ou do chão do cockpit.
Esvaziam para fora um cockpit cheio.
À vela: luzes de bordo e de alcançado, ou um tricolor no topo. A motor és um navio de propulsão mecânica e acrescentas a luz de mastro.
No regulamento Regra 25
O abrigo rebatível sobre a descida.
O toldo do cockpit contra sol e chuva.
O pórtico à popa que leva radar, antenas e painéis solares.
Encaixa diretamente na madre se o governo falhar.
O cone preto com o vértice para baixo quando se navega a motor com as velas içadas: a marca mais esquecida.
No regulamento Regra 25
O diesel auxiliar: move a hélice e carrega as baterias.
O combustível do motor; gasóleo sujo é a razão habitual de uma paragem.
Apanha algas antes da bomba de refrigeração.
O banco de serviço alimenta o barco, a de arranque liga o motor.
Isola as baterias; desliga-se ao deixar o barco.
Carrega as baterias com o motor a trabalhar.
Disjuntores de luzes, bombas, instrumentos e rádio.
Alimenta o barco a partir do pontão e liga o carregador.
Água de beber e de lavar; a capacidade define a duração da viagem.
Põe o circuito de água doce sob pressão.
Aquece a água com o motor ou com a corrente de terra.
Tira a água da sentina; deve haver uma manual ao alcance.
Guarda os resíduos até poderem ser descarregados legalmente.
Paiol estanque com dreno para fora, porque o gás é mais pesado que o ar.
Retém água e sujidade antes de chegarem ao motor.
Baixa a pressão da botija para a do fogão.
Corta o gás na botija a partir da cozinha.
Toca quando a água sobe; uma mangueira rota é silenciosa até deixar de o ser.
A cabina à proa: ruidosa e viva no mar, ótima no porto.
A cabina principal: mesa, sofás e o sítio onde a tripulação se junta.
Rebatível ou de altura regulável; precisa de rebordos para segurar os pratos quando o barco aderna.
Fogão, lava-loiça e frigorífico, quase sempre junto à descida.
Suspenso em balancim, para ficar nivelado quando o barco aderna.
Drena acima da linha de água para não sifonar.
De carga superior, para o frio não se escapar ao abrir.
O compartimento da sanita; as válvulas de fundo pertencem-lhe.
Sob o cockpit, o beliche mais tranquilo no mar.
Mesa de cartas, rádio, instrumentos e quadro elétrico.
No regulamento Regra 5
No mar, um beliche de mar precisa de pano de retenção.
O chão abaixo do convés.
O ponto mais baixo dentro do casco, onde a água se junta antes de ser bombeada.
Parede transversal que enrija o casco e separa as cabinas.
A estrutura transversal interior; num casco de fibra é uma grelha moldada, não cavernas soltas.
Reforço longitudinal do casco.
O armário para oleados e roupa.
Sobe-se para ela, nunca se desce: só se abandona o barco quando ele afunda.
Usa-se de noite, com mau tempo e quando se está sozinho de quarto.
Com o seu fiel mantém-te preso ao barco.
A fita no convés onde te prendes antes de sair do cockpit.
Lançada a quem cai à água; costuma ir no púlpito com uma luz.
Vara flutuante com bandeira que marca o ponto da queda.
Um junto à cozinha e outro junto ao motor, alcançáveis sem atravessar o fogo.
Foguetes, fachos e fumos de socorro; verifica os prazos antes da época.
No regulamento Regra 37
Envia identidade e posição ao salvamento por satélite.
Seco, à mão e com a lista do que contém.
Fala com outros navios, com portos e com o salvamento; o canal 16 é de socorro e chamada.
Mostra os navios próximos e o ponto de maior aproximação, que é como se avalia o risco de abalroamento; nunca substitui a vigia.
No regulamento Regra 7
Torna um barco pequeno mais visível no radar alheio.
Dá os sinais de um navio a navegar ou fundeado com visibilidade reduzida.
No regulamento Regra 35
Obrigatório a partir dos 20 metros, com gongo também a partir dos 100; um barco menor precisa de outro meio eficaz de sinal sonoro.
No regulamento Regra 33
Um balão quando fundeado e três balões quando encalhado: o equivalente diurno das luzes.
No regulamento Regra 30