RIPEAM · regra 14 de 38

Regra 14. Situação de proa com proa

Dois navios de propulsão mecânica em rumos opostos ou quase opostos: cada um guina para boreste para passarem bombordo com bombordo. Não um deles, cada um.

Parte da convenção Quando vocês se veem

Dois navios de propulsão mecânica em rumos opostos ou quase opostos: cada um guina para boreste para passarem bombordo com bombordo. Não um deles, cada um.

  • A situação existe quando você o vê pela proa ou quase pela proa e, de noite, vê as luzes de mastro dele em linha e/ou as duas luzes de bordo.
  • Se duvidar que essa situação exista, presuma que existe e guine para boreste.
No mar isso aparece assim

De noite você vê ao mesmo tempo uma luz vermelha e uma verde, com luzes brancas em linha entre elas. Ele está apontando a proa para você. Os dois para boreste e passam bombordo com bombordo.

Texto da convenção«…cada um deles deve guinar para boreste, de modo a passar pelo bombordo do outro.»Citação da versão oficial em português de Portugal. No RIPEAM brasileiro (Decreto 80.068/1977) mudam palavras, não o sentido: abalroamento em vez de abalroação, deverá em vez de deve, derrota em vez de rota. Abaixo, o original em inglês.
Original em inglês
«…each shall alter her course to starboard so that each shall pass on the port side of the other.»

Teste-se

Dois navios de propulsão mecânica se aproximam proa com proa. Quem guina e para onde?

Os dois para boreste, para passar bombordo com bombordo. Não um deles, cada um.

Regra 14 (a).

Como se reconhece de noite uma situação de proa com proa?

Você o vê pela proa ou quase pela proa e distingue as luzes de mastro em linha e/ou as duas luzes de bordo. De dia, o aspecto correspondente.

Regra 14 (b). Na dúvida, presuma que existe.

Parte da convenção: Quando vocês se veem